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O elo entre pais e filhos Imprimir E-mail
Escrito por Jornal Tenri   
01-Jan-2010
Não existiríamos neste mundo se não fossem os nossos pais. O ser humano é gerado pela união de duas pessoas, os pais biológicos.
Naturalmente, a grande maioria das pessoas conhece os seus pais biológicos. Porém, há no mundo aqueles que jamais os conheceram e por isso, dizem não nutrir de qualquer sentimento de afeto por eles.
Crianças que se tornam órfãs ao nascer são, em geral, crianças criadas por seus avós ou tios, como pais de criação, os quais lhes dedicam todo o amor. No entanto, embora haja lares cuja convivência entre pais e filhos é íntima e harmoniosa, em outras a relação não corre tão bem assim.
A todo o momento somos surpreendidos com notícias tristes de abandonos, violências e outros crimes dentro de uma família. E, infelizmente, a capacidade de julgar o certo do errado também acaba ficando comprometida.
Há quem diga que os conflitos familiares são conflitos de gerações. Porém, não podemos fechar os olhos para a realidade com idosos e crianças desamparados, trancafiados, sem qualquer assistência.
Dizem também, que a melhor época de nossos filhos é quando eles ainda são bebê de colo. Mas toda criança cresce e se desenvolve rapidamente, tanto física como mentalmente. Observando, acompanhando e dando assistência durante este desenvolvimento dos filhos, os pais criam certas expectativas em relação a eles. Além do futuro, os pais carregam a preocupação de que os filhos venham a corresponder a essas expectativas.
Conforme as crianças crescem, as características dos pais refletem-se fielmente nas atitudes dos filhos; e é quando os pais sentem na pele os rigores da vida e da missão de pais, educadores.
Contudo, através da dedicação e sacrifícios dos pais é que existe o caminho das sucessivas gerações e o dia de hoje.
Como seres humanos, somos todos irmãos, igualmente filhos de Deus-Parens. Por uma lei ou ordem divina e de acordo com as predestinações das vidas anteriores, os méritos acumulados, somos ligados como pais e filhos.
Esta é uma razão imutável e necessária de ser compreendida por todos.
Na Indicação Divina Ossashizu, de 14 de outubro de 1889, temos:
Por existirem os pais, existem os filhos. Por mais sábios que sejam os filhos, respeitar os pais é um princípio.
Transmitindo uma conduta de fé aos filhos e a projetando às pessoas ao redor, criamos o objetivo da vida de plena felicidade.
 
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