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Conheci a Tenrikyo através do meu marido. Antes disso, eu nunca ouvira falar da religião.
No fim de 2007, descobri que estava grávida. No momento foi um choque, fiquei desesperada, me perguntava por que tinha acontecido isso comigo, o que eu tinha feito de errado para merecer isso. Não sabia mais o que fazer. Mas meu marido me acalmou e falou que, se aconteceu com a gente, é porque Deus quis assim, talvez fosse um sinal, uma predestinação, e que tem gente que passa uma vida inteira tentando ter filhos e não consegue, então, com certeza, a nossa filha é uma graça de Deus, devo me sentir abençoada por isso.
As vezes me sentia triste porque minhas roupas não cabiam mais, estava ficando gorda. Sentia vergonha de sair de casa, não tinha nem vontade de voltar para a faculdade com vergonha do que os outros iriam falar.
Guardei esse sentimento ruim comigo. Foi quando vim para o Dendotyo e recebi o Sazuke, e uma mestre me falou, que as pessoas falam muitas coisas, a gente só deve pegar o que acha que é bom e proveitoso, e o que for ruim, a gente joga fora. E para não alimentar sentimento ruim dentro de mim, para não passar para o bebê. Que eu podia ficar tranqüila porque Deus está nos protegendo, e tendo fé, tudo dá certo.
Voltei para casa mais tranqüila e com o espírito melhor. E tive uma gravidez sem nenhum problema, sem dores e um pós-parto ótimo.
Vim ao Shuyokai para conhecer melhor sobre a religião e agradecer pela vida da minha filha, que, após um ano cheio de tristeza, perdas e correria, só veio para alegrar a todos.
Pretendo colocar em prática tudo o que tenho aprendido e melhorar meu espírito cada vez mais.
Cristiane Mayumi Arakawa Oshiro - Casa de Divulgação Santo A
Iniciei no caminho da Tenrikyo ao observar que em minha rua havia uma vizinha que possuía uma Casa de Divulgação, o Jardim Hoyo. Essa vizinha é conhecida de minha família há muito tempo, no entanto, não sabia do que se tratava a religião que ela praticava.
Eu sou o primeiro e único tenrikyano de minha família "até agora", porque desde jovem sentia que algo no Serviço Sagrado me atraía inconscientemente. Comecei a ir, de vez em quando, para a Cerimônia Mensal devido a minha amizade com os netos daquela casa.
Posteriormente, começei a frequentar a Igreja Nordeste Hoyo, que também fica perto de minha casa e era um lugar muito alegre e gostoso de participar, como é até hoje, com muitos jovens e muitas atividades.
No início, sofria com preconceito da sociedade em geral que desconhem a Tenrikyo, entretanto, logo que participei de um Encontro Infanto-Juvenil de banda Koteki, pude compreender melhor alguns ensinamentos de Oyassama. E, a partir daí, freqüentei ainda mais o Kyokai, sem me importar tanto com o que os outros iam achar.
Dentro das dependências do Kyokai, para mim, parecia um mundo paralelo ao que realmente vivia, mas hoje, creio que já consigo enxergar tudo com o mesmo olhar de compreender o outro e aceitar com alegria as provações que Deus manda diariamente para mim.
Aprender os ensinamentos da Tenrikyo foi fundamental para passar pela separação dos meus pais, umas enfermidades de minha mãe e uns apertos financeiros.
Ainda, é importante lembrar que desde que comecei a me dedicar às diversas atividades do Kyokai, não sofri com problemas de assaltos, o que é comum na região onde resido e, em relação às doenças, raramente acontecia comigo, pois se Deus queria me alertar de algo, fazia com que eu escutasse os fiéis da igreja. É uma época de muito aprendizado!
Depois de um tempo participei do Curso de Doutrina Koshu, em 2006, recebi a graça de passar no vestibular, o que contentou bastante meus familiares e amigos, além de abrir novos horizontes para mim.
Eu nunca tive o espírito de obediência que a esposa do sucessor de minha igreja sempre me alertava, entretanto, ano passado, me determinei a fazer o Seminário Shuyokai em julho deste ano e, realmente, fiz planos sinceros para conseguir o objetivo. A graça foi alcançada antes do prazo, pois tudo se acertou para que eu fizesse agora em janeiro; que extraordinário!
Não entrei neste caminho por meio de enfermidades, nem problemas sociais, de fato, tudo aconteceu naturalmente de acordo com a vontade do Parens. Espero compreender sua vontade depressa,para ser uma madeira usável na salvação que pacificará
o mundo.
Todo esse trajeto foi realizado graças a Deus-Parens e a muitas pessoas que desejam que eu evolua espiritualmente, sou grato a cada um e espero retribuir em dobro.
Danilo A. de Macêdo - Igreja Nordeste Hoyo
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