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Mãos que trabalham Imprimir E-mail
Escrito por Jornal Tenri   
01-Ago-2008

Quanto ao trabalhar, diz-se trabalhar, porque aliviam as pessoas próximas.

            Fazendo um trocadilho com a palavra hataraku (trabalhar, em japonês), Oyassama ensinou que trabalhar é aliviar (raku ni suru) as pessoas próximas (hata-hata). Além disso, Nossa-Mãe sempre orientou as pessoas dizendo que os seres humanos nasceram para trabalhar. Este trabalho não siginifica apenas o serviço realizado no emprego, para manter a vida da família. É também o esforço para que as pessoas que estão ao nosso redor possam trabalhar bem. Isto tudo se relaciona com o hinokishin, que é a expressão do nosso sentimento de gratidão por estar sendo vivificado por Deus-Parens. Neste mesmo episódio, Oyassama ainda ensinou:

           

“Se o mundo inteiro ajudar-se mutuamente, não haverá preocupação nem perigo no futuro. Existem casas sem mão-se-obra para os trabalhos embora tenham muitos serviços. Há também casas com muitas mãos, porém, sem um serviço a fazer.

            Quando forem empregados, não pensem que as coisas sejam do patrão; trabalhem pensando ser uma coisa sua, indiferente de estar sendo observado ou não. Por exemplo, no outono, se pensaerm que hoje o tempo está carregado, devem recolher as esteiras de palha e as demais coisas.

            Por trabalhar bem, mesmo sendo observado ou não, e deixar auxiliado o patrão é que, ao chegar o outono, ele desejará dar um quimono ou fzer-lhe um favor. Assim, ambos ficarão satisfeitos. Embora faça o mesmo serviço, por trabalhar sempre bem, pensando ser uma coisa própria, é que poderá se manter no emprego. Nunca lhe faltará trabalho.

            Mesmo os que vivem nesta Residência, preocupam-se em fazer isto e mais aquilo, de dia ou de noite, por pensar que o serviço é seu. Fazendo como se fosse seu, tudo será seu. Por fazer pensando que aqui é a sua casa e que o serviço é seu, a casa será sua. Se agir com negligência, será impossível permanecer como se fosse sua casa.

            Nesta Residência, precisa-se de muitas mãos que trabalhem. De mãos que não trabalhem, não é necessário uma sequer.”

            Desta forma, ensinou sobre o trabalho e a dedicação à Residência. É com o mesmo sentimento que se deve dedicar à igreja.

 
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