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Família
A Importância da Fé em Deus-Parens
Escrito por Iolanda Haruko Muramatsu   
01-Ago-2008

Sou grata por ter tido a predestinação de nascer numa família tenrikiana.

É a maior riqueza que eu tenho e não posso deixar de agradecer à dedicação de meu tio, pela fé que tenho hoje.

Quando criança, a minha avó de repente ficou cega, então, o meu tio que sempre vinha fazer companhia a ela. E, para amenizar o sofrimento e, também, para que ela conseguisse aceitar a triste situação, ele transmitia incansavelmente os ensinamentos da Tenrikyo. E, eu, ouvindo, naturalmente fui adquirindo esta fé. Não esqueço até hoje.

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Não percamos para o sorriso dos filhos
Escrito por Michie Imai   
01-Jun-2008
Eu e meu marido fomos agraciados com três filhos, hoje com 7, 5 e 1 anos, respectivamente. Dentro de nossa casa, só se ouve risadas, choros e gritos da criançada, todos com energia de sobra e isso é muito gratificante; mas nem sempre ecoam somente risos para a vizinhança, o que seria ótimo, diariamente há brigas entre eles. Ainda, sempre que eu arrumo o rastro de suas bagunças, eles desarrumam sem qualquer cerimônia.
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A construção de um lar feliz
Escrito por Yuko Murata*   
26-Mar-2008

O tema deste curso que todos estão participando hoje é "a construção de um lar feliz" e, nesta ocasião, fui convidada a palestrar sobre a concepção de um casal dentro dos ensinamentos deste Caminho.

Estou casada há 33 anos e acredito que Deus me concedeu esta oportunidade para,  diante dos senhores, poder recordar e refletir sobre o meu casamento. Peço a atenção de todos.

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Respeitando as diferenças
Escrito por Sergio Toshiaki Kunimura*   
01-Fev-2008
Quando falamos família logo nos vem à mente marido, mulher e filhos.

Para se constituir uma família é preciso primeiro achar o companheiro ou a companheira. Pensamos que fomos nós que escolhemos, porém, na verdade é que Deus nos une vendo as nossas predestinações. Portanto, o nosso cônjuge é a nossa cara metade, temos o mesmo valor espiritual.

Unindo as predestinações das vidas anteriores, protejo-vos.
Isto se estabelecerá firme para todo sempre.   Of. I-74

Durante os primeiros anos de casados, tudo está bem; o amor é cego e tudo que vemos é o lado bom. Com o passar dos anos as coisas começam a se modificar.

Vem o filho e as atenções ficam para o bebê, nada mais natural. E, com o passar do tempo quando o relacionamento do casal não volta como antes, mesmo em parte, a convivência a dois esfria. Depois do segundo, terceiro filho, os relacionamentos podem estar gelados. As palavras de carinho não mais ouvidas e as reclamações entre si são constantes. Se os desentendimentos acontecem entre o casal e não na presença dos filhos, menos mal. Mas, muitas vezes ocorrem na presença dos filhos e estes tendem a perder o respeito pelos pais; e tudo na família se torna ruim. Se não for corrigido a tempo, esses filhos poderão ter comportamentos perante a sociedade dos quais os pais não se orgulharão.

Nesse tipo de relacionamento de conflito do casal, normalmente se guardam mágoas, os quais futuramente se apresentarão em forma de doenças. Dependendo de como é acumulado, torna-se câncer. E na maioria das vezes tem como sua raiz o cônjuge.

Para que possamos formar uma família feliz é necessário primeiro que os cônjuges se gostem e se respeitem com as suas respectivas diferenças. Depois, também respeitem o aprendizado dos filhos, suas diferenças e o tempo de cada um. Dentro desta recíproca compreensão está a base para a felicidade.

A ação a bel-prazer e capricho pessoal é conveniente para cada um, mas, no meio de todos, não será razão harmonizadora.  Indicação Divina Ossashizu de 20/11/1900

Unam o espírito e construam o caminho promissor. Devem mostrar ao mundo para que todos admirem: Aquele sim é o caminho verdadeiro.  Indicação Divina Ossashizu de 06/09/1902

 

*é yoboku da Igreja Piratininga

 
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