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Qualquer pessoa deseja a felicidade. Contudo, entre o “querer” e “ter” a felicidade existe uma distância absolutamente enorme.
Todos nós sabemos que a vida plena de alegria e felicidade não vai aparecer da noite para o dia. Assim como a natureza se desenvolve, o mundo e o ser humanos também seguem o mesmo padrão de um desenvolvimento gradual.
Quando olhamos para uma paisagem exuberante da natureza (a qual provavelmente teve que se desenvolver por centenas de séculos) ficamos boquiabertos de tanta satisfação. Mas será que é o corpo físico que fica satisfeito? É claro que não, pois todos nós sabemos que é o espírito do ser humano que fica feliz e faz o corpo espelhar a alegria.
Cada um de nós possui um corpo físico que é tomado emprestado de Deus-Parens. No ensinamento dizemos que tudo neste mundo é corpo de Deus, isto é, todas as coisas são constituídas pela magnífica graça divina. Porém, quem é o “eu” que toma emprestado um corpo?
Através de ciclos, que é a razão das gerações, nascemos e retornamos. Este “eu” é a alma humana, que ganha vida a cada renascimento, através das extraordinárias providências de desenvolvimento constituídas a um corpo tomado emprestado de Deus-Parens. E graças ainda à concessão do livre arbítrio, vivemos, tendo como base de desenvolvimento o espírito.
Por esta razão, para tudo que possa acontecer, deveria existir apenas o caminho de satisfação. E se a esta satisfação for somada a sinceridade, é o júbilo, o maior contentamento que poderíamos dar ao Deus original.
E se por algum motivo não nos sentirmos felizes com algo, a salvação também está bem próxima, com a do Deus verdadeiro.
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